Detroit ville sauvage

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Documentário
França, 2010, 80 min

Conteúdos(1)

It’s a wonder that more post-apocalyptic films like Mad Max aren’t shot in Detroit – derelict houses lining empty streets in the centre of town, abandoned by more than half the population, where you’re more likely to come across pitbulls than cars – it’s simply the perfect location. Yet in the past Detroit was a highly productive bastion of American industry and people certainly didn’t have anything to complain about, as we’ll see from the archive footage in this spellbinding documentary by French director Florent Tillon. The guides on this hypnotic journey through contemporary Detroit are people from all walks of life – a local philosopher, pianist, stray dog catcher, and even a guy who can fix practically anything. The polished visual compositions from this “ghost town,” together with the subtle soundtrack and intriguing characters, make for a truly unique picture. (Karlovy Vary International Film Festival)

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POMO 

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português O documentário evoca com fiabilidade a atmosfera da vida de Detroit e em Detroit, mas não fornece a informação mais importante, seja histórica ou contemporânea (e comparações de situações baseadas em factos). Como se os cineastas não quisessem refletir sobre as causas do declínio desta outrora importante cidade industrial, resumem-nas numa frase: «E depois vieram as drogas...» Os diálogos com alguns dos residentes suburbanos são adequados, interessantes e engraçados (o melhor é um homem velho a cultivar legumes no seu jardim) e algumas cenas são completamente desnecessárias. O facto de nos últimos 50 anos a população branca ter diminuído 93% e a população negra ter aumentado 160%, e de as drogas que enterraram a cidade não terem sido trazidas para cá pelos brancos, não é de todo mencionado no documentário. Até mistura a cor da pele dos seus protagonistas 1:1 em frente da câmara. Um documentário, especialmente um documentário do festival, é o último meio que deveria esconder a verdade apenas por causa de alguma «correção política». ()

Marigold 

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inglês A lyrical memento of what happens when the social structure collapses. The post-apocalyptic atmosphere, but also the model stratification of the city into "closed communities" - one of the symptoms of the influence of corporate capitalism on the coherence of society. However, Tillon's film does not deal with context (instead only suggesting it), and he is more interested in capturing a city in decay and partial attempts at regeneration (clinging to the Christian-motivated "self-help", the pre-industrial community of growers). But as one of the speakers, the "grim philosopher" notes that they are more concerned with an alternative search for the city than the city itself. It is too bad that the director was not let in to the "white-collar" ghetto near the Renaissance Center, so one cannot enjoy the "city of zombies" from the other side of the barricade. But visually and aurally, this is a great project, tempting to different interpretations - Tillon was obviously interested in this, so I consider the information vagueness as more of an advantage. ()

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